Sessão de Cassação

   
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Líder comunitário na Zona Sul, pastor evangélico, ex-açougueiro e ex-atleta de futebol profissional, Porfirio Costa e Silva (PSD), suplente do presidente da Câmara de Vereadores, Alan Queiroz (PSDB), disse que vai votar contra o relatório que pede a cassação de três parlamentares. “O que está em jogo é a quebra de decoro. Este é o argumento que impera para o pedido de perda de mandato, feito pela comissão processante. Ora, pelo mesmo motivo, o relator, vereador Léo Moraes, e o vereador Edemilson Lemos deveriam ser enquadrados. Eles quebraram o decoro naquela lamentável bate-boca sobre o voto aberto. Minha opinião é essa.", disse ele.

Alan Queiroz não vota por ser autor da denúncia contra os cinco  vereadores. Porfírio, por sua vez, disse estar tranquilo quanto à decisão que tomou. Ele terá direito de fazer a explanação do seu voto, em pronunciamento de 15 minutos.
Apenas Edemilson Lemos, entre os vereadores titulares, está ausente - ele pediu licença até o dia 20 próximo, alegando "motivos particulares". A sessão é presidida por Sid Orleans, que só votará em caso de empate. Com a ausência injustificada do suplente do vereador Cabo Anjos, o quórum caiu para 18.

Para aprovar o relatório, há a necessidade de 14 votos favoráveis, o que pode não acontecer.
Além de Porfírio, o vereador Macário Barros confidenciou ao RONDONIAGORA o seguinte: "Se eu não puder pedir vistas, serei a favor dos réus". O ex-secretário de saúde de Mauro Nazif se diz descontente com o tempo, que julga "exíguo demais", entre a entrega do relatório e o julgamento do documento.

Após consultar a mesa-diretora, a reportagem confirmou que não é possível o pedido de vistas numa sessão para cassação de mandato. Apesar da "ordem" dada pelo PT para votar em favor do relatório, ao menos um petista estaria disposto a absolver os acusados. Esta convicção é por conta de um desentendimento aberto travado internamente com o vereador José Wildes, presidente da comissão processante.

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Jair de Figueiredo Monte (PTC) e Delso Moreira Júnior (PRB) (Pastor Delso Moreira), dois vereadores que podem ser cassados nesta terça-feira em Porto Velho, arguiram a ilegalidade da investigação, mas não obtiveram sucesso. O relator Léo Moraes (PTB) lembrou a cassação do ex-deputado Roberto Jefferson, por ato de incompatível com a conduta parlamentar, justificando, assim, não ter havido ilegalidade na apuração dos fatos. “O Poder legislativo precisa se proteger do parlamentar indecoroso”, disse Léo Moraes. Eduardo Rodrigues  disse, em depoimento: “não fiz nada desonroso" . Léo Moraes lembrou que a prática de quebra de decoro não é novidade no país, e chegou a lembrar à Comissão Processante o emblemático caso da deputada Jackeline Roriz, flagrada recebendo dinheiro de um grupo de propineiros e, ainda assim, preservada em seu mandato após "julgamento" político na Câmara Federal.

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Populares que tentam chegar à Câmara Municipal devem apresentar documento de identidade. A identificação é seguida de vistoria rigorosa por Policiais militares, que tomam todo o prédio. As galerias já estão lotadas, e como informou o RONDONIAGORA, a maioria é de partidários dos três vereadores que podem ser cassados. Eles trouxeram faixas de apoio ao Cabo Anjos. Outros gritam "Pastor Delso, a Verdade será seu Galardão".  Ativistas estão preocupados com a chegada de populares, o que deve ocorrer dentro de instantes, e não há mais assentos disponíveis nas galerias.

A imprensa foi orientada a não deixar o pequeno cubículo improvisado, reservado aos cinegrafistas, até que a sessão seja encerrada. Não houve, por enquanto, ocorrência de tumulto.  Cerca de 30 militares transitam dentro e fora do prédio.

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